Compartir pisos y vidas
Viver com pessoas estranhas num mesmo apartamento tem lá seus problemas. Até agora as chateaçoes foram poucas e bestas, mas quando coisas pequenas e bestas vao acontecendo a todo momento, chega uma hora que junta tudo e explode. É uma merda estar "em casa" e se sentir como visita - e nem digo isso por mim, mas por Joana, que tem esse apartamento como uma conquista pessoal muito importante e que está tendo que aguentar mesquinharias e mau humor alheio.
Ontem à noite estávamos vendo um filme de madrugada, logo depois que ela chegou em casa, e lá veio Antonio, das profundezas do lugar onde está o quarto dele, dizer que "sería genial" se a gente baixasse o som da TV. É aí que eu penso naquela coisa de que o que importa nao é o que voce diz, mas como voce diz, e Antonio veio com aquele tom irônico e de pai, ao mesmo tempo, o que foi extretamente irritante, sem contar que portas podem ser fechadas e a tolerância deve sempre prevalecer na vida... Nao que a TV nao estivesse alta (inclusive porque aqui no nosso apartamento só se pode ver a TV em volume alto por causa dos carros que passam e nao nos deixam ouvir nada), mas a forma como ele "chamou atençao" como se estivéssemos incomodando a paz dele äs 4 da manhá foi algo absolutamente chato e desagradável. Junta-se a isso a reclamaçao de nao trancarmos a porta de casa, de nao desligarmos o gás, de nao isso e nao aquilo, sendo que a maior parte das coisas nem faz sentido.
O pior é saber que, se fosse do contrário, se fôssemos nós a chamar atençao e reclamar, haveria uma lista gigante, interminável de reclamaçoes. Mas nao, a gente nao reclama que ele nao limpa a cozinha, mesmo depois de já termos limpado a sala e o banheiro, que era nossa parte. Nao reclamamos de ele nao comprar água e beber da nossa, sem nem pedir. Nao reclamamos de ele ser incapaz de descer com o lixo uma vez sequer, enfim, nao reclamamos de uma série de coisas porque, ao nosso ver, isso nao é necessário. O mínimo que se pede é que as pessoas tenham o mínimo de bom senso, só que isso parece ser pedir demais.
Ontem foi a maior chateaçao e eu fiquei com pena de Joana, por ela ter ivestido tanto dinheiro e tanta energia na suposta paz que teria morando com apenas dois estranhos (considerando que ela já morou com seis estranhos ao mesmo tempo) e que nao conegue ter de forma alguma. Se sentir visita na própria casa, essa parte é a pior. E hoje tudo ficou mais chato, mais bizarro, todos estao mau humorados e as horas nao param de passar. De repente temos que nos tolerar e isso, pra falar a verdade, ninguém imaginava...
Ontem à noite estávamos vendo um filme de madrugada, logo depois que ela chegou em casa, e lá veio Antonio, das profundezas do lugar onde está o quarto dele, dizer que "sería genial" se a gente baixasse o som da TV. É aí que eu penso naquela coisa de que o que importa nao é o que voce diz, mas como voce diz, e Antonio veio com aquele tom irônico e de pai, ao mesmo tempo, o que foi extretamente irritante, sem contar que portas podem ser fechadas e a tolerância deve sempre prevalecer na vida... Nao que a TV nao estivesse alta (inclusive porque aqui no nosso apartamento só se pode ver a TV em volume alto por causa dos carros que passam e nao nos deixam ouvir nada), mas a forma como ele "chamou atençao" como se estivéssemos incomodando a paz dele äs 4 da manhá foi algo absolutamente chato e desagradável. Junta-se a isso a reclamaçao de nao trancarmos a porta de casa, de nao desligarmos o gás, de nao isso e nao aquilo, sendo que a maior parte das coisas nem faz sentido.
O pior é saber que, se fosse do contrário, se fôssemos nós a chamar atençao e reclamar, haveria uma lista gigante, interminável de reclamaçoes. Mas nao, a gente nao reclama que ele nao limpa a cozinha, mesmo depois de já termos limpado a sala e o banheiro, que era nossa parte. Nao reclamamos de ele nao comprar água e beber da nossa, sem nem pedir. Nao reclamamos de ele ser incapaz de descer com o lixo uma vez sequer, enfim, nao reclamamos de uma série de coisas porque, ao nosso ver, isso nao é necessário. O mínimo que se pede é que as pessoas tenham o mínimo de bom senso, só que isso parece ser pedir demais.
Ontem foi a maior chateaçao e eu fiquei com pena de Joana, por ela ter ivestido tanto dinheiro e tanta energia na suposta paz que teria morando com apenas dois estranhos (considerando que ela já morou com seis estranhos ao mesmo tempo) e que nao conegue ter de forma alguma. Se sentir visita na própria casa, essa parte é a pior. E hoje tudo ficou mais chato, mais bizarro, todos estao mau humorados e as horas nao param de passar. De repente temos que nos tolerar e isso, pra falar a verdade, ninguém imaginava...

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